Opinião: Lesão de Damião prova “ingenuidade” do Santos

Damião
Divulgação/Santos FC

Leandro Damião custou R$ 42 milhões aos cofres do Santos, marcou cinco gols em 17 partidas e demorará muito tempo ainda para poder fazer valer o investimento dos alvinegros em seu futebol. E não pela má fase que vive dentro de campo.

O jogador está com uma lesão no púbis, corre risco de cirurgia e pode ficar até 90 dias afastado dos gramados. Que azar dos dirigentes que o contrataram, né? Só que não.

Segundo os médicos do Peixe, o jogador já havia apresentado lesões semelhantes no Internacional e na seleção brasileira (foi o que o cortou da Copa das Confederações) e a diretoria do Santos sabia da existência do problema ao assinar o gordo cheque para o clube gaúcho.

Contratar um jogador a peso de ouro, que não corresponde tecnicamente há mais de um ano, e ainda por cima chega machucado é algo incomum, ainda mais em um futebol profissional como nos tempos de hoje, não é mesmo?

A diretoria do Santos precisa vir a público e explicar os motivos de ter se endividado até o pescoço com a parceira Doyen para levar à Vila um jogador contundido e de qualidade técnica questionável, principalmente nos últimos anos.

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Poderiam explicar também os motivos de terem recusado proposta do Atlético de Madrid recentemente, que cobriria os prejuízos que o camisa 9 certamente deixará nos cofres quando sair da Vila com marca bizarra de gols marcados.

Com a palavra Odílio Rodrigues e sua cúpula. E aí, dirigentes do Santos: por que Damião chegou machucado a preço de ouro? E por que não o venderam antes da lesão para recuperar o dinheiro? A torcida quer saber…



Redação do Torcedores.com