Chamem a polícia! A CIA e o FBI! É assalto na NBA!

Assalto à mão armada na NBA! O roubo vitimou um time, uma comissão técnica e uma torcida, que se encontram sangrando desde ontem à noite e nesse exato momento estão na UTI dos playoffs.

Se você não faz ideia do que a gente está falando, a gente explica: no jogo cinco da melhor série até agora (Oklahoma City Thunder x Los Angeles Clippers), a arbitragem praticamente deu a vitória para o time da casa. Claro que o apagão de Chris Paul nos momentos finais e a mão certeira do MVP Kevin Durant colaboraram para o resultado final, mas as decisões do árbitro Tony Brothers e seus colegas dominaram as declarações após o jogo.

O técnico Doc Rivers não quis saber de diplomacia, falou com todas as letras, ditongos e fonemas: “Nós fomos roubados!”. Já Chris Paul, que cometeu seis erros nos quatro primeiros jogos da série e cinco somente na última partida – dois deles nos últimos 17 segundos de jogo – colocou a mão na consciência e assumiu a culpa pela derrota.

Mas o lance que causou tanta polêmica, que fez a boca do torcedor dos Clippers espumar de raiva, que virou assunto do almoço dos basqueteiros nesta quarta-feira, foi a falta (falta?!) de Matt Barnes em Reggie Jackson, que os árbitros não deram, preferindo dar a posse de bola para os Clippers.

Pode rever o replay quantas vezes quiser, a bola era, sem dúvida absolutamente nenhuma, dos Clippers e a arbitragem compensou (o que, pela regra, está errado) por não ter marcado a falta. O lance acabou sendo decisivo para o resultado final da partida.

Você tem todo direito de achar o Chris Paul um chorão e argumentar que os Clippers tiveram mil chances de vencer esse jogo antes de entregar uma preciosa vitória fora de casa na mão do Thunder. Mas para os fãs de teorias da conspiração, deixamos um dado: o Oklahoma City Thunder venceu todas as últimas onze partidas apitadas pelo árbitro Tony Brothers.

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O blog Homens Brancos Não Sabem Blogar (HBNSB.com) existe desde 2010, escrevendo sobre basquete brasileiro, europeu, curiosidades e, principalmente, NBA. O nome é uma homenagem a este clássico esquecido do cinema basqueteiro: White Men Can't Jump.