Bellator e WSOF viram alternativas para ‘refugos’ do UFC

ufc

O UFC tem fama de ser implacável com atletas que perdem lutas em sequência. Com muitos lutadores no plantel, não raro o presidente da organização, Dana White, promove cortes. Um dos casos mais conhecidos foi o do brasileiro Rousimar Palhares, o Toquinho.

Diferentemente de outros lutadores, Toquinho (foto) saiu do UFC após uma vitória sobre Mike Pierce em outubro do ano passado. O brasileiro finalizou o norte-americano com uma chave de calcanhar, golpe que virou sua marca registrada. Só que o mineiro foi acusado de “segurar” o golpe até mesmo depois da desistência do rival. Como não era a primeira vez que o nome do brasileiro foi envolvido nesse tipo de polêmica, o UFC o demitiu.

Fora da organização, Toquinho foi parar no WSOF (World Series of Fighting), organização que surgiu em 2012 e ficou famosa por abrigar ex-lutadores do UFC.

Além do brasileiro, que hoje é campeão dos pesos meio-médios, estão ou estiveram no WSOF nomes conhecidos como o pesado Andrei Arlovski (que voltou recentemente ao UFC, onde fora campeão dos pesos pesados), Yushin Okami, Jon Fitch, Jake Shields, Miguel Torres, Melvin Guillard, Jorge Santiago e Ronny Markes.

O Bellator é outro evento que costuma absorver as “sobras” do UFC. Considerada hoje a segunda maior organização de MMA do mundo, os nomes mais conhecidos da empresa são Quinton “Rampage” Jackson (ex-campeão dos meio-pesados do UFC), Tito Ortiz (integrante do Hall da Fama do UFC) e o francês Cheick Kongo.

Embora o evento esteja em franco crescimento, não preocupa o presidente do UFC.  “Nunca serão tão bons quanto nós”, já afirmou Dana White.

Foto: Reprodução/Instagram



Jornalista, editor do Torcedores.com. Passagens pelos jornais Metro, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Marca Brasil, Agora São Paulo, Diário de S. Paulo e Diário do Grande ABC.