Fechar com Kardec é bom negócio para Palmeiras; veja “micos” de rivais

Kardec

O Palmeiras espera anunciar a qualquer momento o acerto salarial com o atacante Alan Kardec  e confirmar um novo vínculo de cinco temporadas com o atacante que está se desligando do Benfica por 4 milhões de euros.

Se concretizar a permanência do jogador no Palestra Itália pelos próximos cinco anos, o Verdão terá feito o famoso negócio da China, pois terá no grupo um jogador em nível de seleção brasileira, ainda cotado para jogar a Copa do Mundo, e por um preço de banana.

Para entender o quanto o Palmeiras está lucrando com a chegada de Kardec, basta compará-lo aos outros três atacantes em ação nos considerados grandes times do futebol paulista. Ou seria melhor dizer aos outros três “micos” que comandam os ataques rivais?.

O Corinthians tem como comandante de ataque o peruano Paolo Guerrero. Herói da conquista do bicampeonato mundial em 2012, Guerrero ainda vive do gol marcado sobre o Chelsea na decisão. Desde então, o jogador passou mais tempo no departamento médico do que em campo, e não está mais justificando o meio milhão salarial que recebe todo mês.

No São Paulo, Luis Fabiano está um pouquinho melhor. Apesar da pífia campanha da equipe na temporada, o Fabuloso fez sua parte e terminou o Paulistão como um dos artilheiros, ao lado do próprio Alan Kardec, de Cícero, do Santos, e de Léo Costa, do Rio Claro. O problema está nos salários, que giram na casa dos R$ 700 mil, mesmo patamar de Alexandre Pato, também do São Paulo.

O bom negócio do Palmeiras fica ainda mais evidente quando comparado ao “ótimo” negócio feito pelo Santos ao comprar Leandro Damião do Internacional. O Peixe pagou R$ 42 milhões pelos gols do camisa 9, que balançou as redes somente cinco vezes no estadual. Ou seja: até o momento, o time da Vila Belmiro pagou R$ 8,4 milhões por cada gol do jogador. Negocião, não?

 



Redação do Torcedores.com