Pit stop, champanhe e ronco de motor: Senna e Tijuca emocionam Sapucaí

Ayrton Senna vive. Eram 4h20 da manhã, madrugada de segunda para terça-feira, carnaval carioca, mas o desfile da Unidos da Tijuca lembrava o GP do Japão de Fórmula 1, deixando todos acordados e terminando junto dos primeiros raios de sol. Com a arquibancada lotada, a Sapucaí parecia um autódromo, ansiosa pelo sinal verde. Ayrton Senna vive.

A bateria, conagiante, pulsava como o ronco de um motor com seus tamborins e surdos. As bandeiras tremulavam, lembravam as do Brasil nos inesquecíveis GPs em Interlagos. Ayrton Senna vive. Em 80 minutos de pura emoção e nostalgia, a Unidos da Tijuca mostrou o que todos já sabiam: Ayrton transcende o espaço e o tempo.

Com seu enredo “Acelera, Tijuca”, a escola carioca lançou o seu Grande Prêmio na Sapucaí e emocionou as arquibancadas. No camarote, o ídolo do vôlei Nalbert ficava na ponta dos pés para descobrir o segredo da comissão de frente. De repente, eis que surge a réplica de uma McLaren, com direito ao ronco do motor. Crianças – que não viram Senna em ação -, ao lado dos pais, no setor 1, cantavam o samba com a intimidade de quem trocaria o futebol pelo automobilismo na tarde de domingo.

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Redação do Torcedores.com