Carlos Falcão: O desafio de presidir o mais valioso clube do Nordeste

Em 2006, quando o conselheiro Alexi Portela Júnior e grupo de abnegados tiveram a coragem de assumir, encontraram o Vitória no fundo do poço. Clube que, no segmento de mercado, estava na “terceira classe”, com meses ou anos de salários atrasados, títulos protestados, ações nas diversas esferas do Judiciário, déficit operacional altíssimo, passivo descontrolado e crescente, patrimônio depreciado e dado em garantia de dívidas, colaboradores desmotivados, conflito com o principal acionista da época, Conselho distante, jogadores profissionais insuficientes para montar, sequer, um time e o pior: torcida com a autoestima no chão.

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Redação do Torcedores.com