Como cartola, Ceni já assinou atestado de incompetência

Não bastasse o festival de pênaltis perdidos, Rogério Ceni tem mostrado nos últimos tempos que será um péssimo cartola. Ou, no mínimo, que tem muito a aprender antes de se aventurar em algum cargo fora das quatro linhas. O interesse declarado de se tornar presidente do clube num futuro próximo já começa a assombrar os sonhos dos torcedores são-paulinos.

Essa contatação tem alguns motivos: o goleiro, que, aos 40 anos já não é nem sombra daquele atleta que ganhou o apelido de M1to, foi o grande entusiasta da contratação de Paulo Autuori, e o grande responsável pela demissão de Ney Franco.

Além disso, boa parte do caos político que vive o clube também começou com as críticas públicas que fez aos dirigentes. Ceni chegou a dizer que o Tricolor havia “parado no tempo nos últimos anos.”

Ceni e a diretoria cometeram um erro grotesco quando apostaram em Autuori: foram contra a voz das arquibancadas e, na base da prepotência, contrataram um técnico que não tem perfil de salvador. Nunca teve e nunca terá.

O goleiro bateu o pé e bancou Paulo Autuori pouco depois que o técnico deixou o Vasco, e em situação delicada. Saiu e viu o time carioca crescer no Brasileiro, até chegar à 10ª posição na tabela.

Muricy? Não! Autuori.

Ele mesmo. Que pegou em 2005 um time do São Paulo montado no ano anterior por Cuca e conquistou a Libertadores e o Mundial contando, e muito, com um Rogério Ceni no auge da carreira.

Sim, o técnico que durou 17 jogos (10 derrotas, 4 empates e 3 vitórias) no comando do time do Morumbi em 2013 e afundou um barco que ainda navegava, ainda que lentamente, nas mãos de Ney Franco.

Autuori teve aproveitamento pior do que seu antecessor, Gaúcho, no Cruz-Maltino, e também ficou abaixo de Ney no São Paulo.

Ney Franco, aliás, que sofreu nas mãos do goleiro/futuro presidente Ceni.

Viu o comandado, muitas vezes, tentar bancar o comandante. Perdeu a queda de braço e foi demitido, depois de muita birra e cara feia do M1to.

Enquanto isso, Muricy olhava o castelo Tricolor desmoronar, rodada a rodada.

Agora, claro, é a única e última solução contra a maior tragédia da história do clube.

Mais do que isso: servirá de escudo para tudo o que acontecer de errado daqui para frente. Ou a diretoria do São Paulo, com Muricy no comando, será responsável por um possível rebaixamento? Quem pediu foi o torcedor, ué.

Diante disso, minha única conclusão é: Se eu fosse o Muricy, pediria 1 mihão de reais pra treinar o clube. E montaria uma retranca daquelas, com 50 zagueiros em cima da linha do gol, para ajudar o gênio da camisa 01 (!10 ao contrário!), a evitar os tentos adversários.

E que ano do Ceni, hein! Perdeu o ‘timing’ da aposentadoria e não consegue mais ajudar o clube nem dentro, nem fora de campo.

A seguir, 3 vídeos que mostram como foi a relação entre Ney Franco e o futuro presidente/treinador/diretor/cartola do São Paulo, e o quanto Rogério fugiu da responsabilidade quando o time começou a flertar com o rebaixamento. Que papelão:



Redação do Torcedores.com